"EM NENHUMA DEMOCRACIA SÉRIA DO MUNDO, JORNAIS CONSERVADORES, DE BAIXA QUALIDADE TÉCNICA E ATÉ SENSACIONALISTAS, E UMA ÚNICA REDE DE TELEVISÃO TÊM A IMPORTÂNCIA QUE TÊM NO BRASIL. ELES SE TRANSFORMARAM NUM PARTIDO POLÍTICO - O PIG, PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA".(SITE CONVERSA AFIADA) <<//>> DAS TERRAS DE RIBEIRÓPOLIS/SE PARA O MUNDO, O PASQUIM RIBEIROPOLENSE CONSTITUI UM DOS MUITOS ESPAÇOS ALTERNATIVOS FRENTE A ESTES MONOPÓLIOS DA COMUNICAÇÃO.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese) exibiu ontem, em Brasília, o filme "Carregadoras de Sonhos". Trata-se de um longa-metragem, dirigido pelo baiano Deivisson Fiúza, que narra o dia a dia de quatro professoras da rede pública de ensino de Sergipe. A primeira exibição na capital federal aconteceu no auditório do Ministério da Educação (MEC).
“Este é um filme que mostra histórias reais. São quatro professoras. Elas existem, não são atrizes. O filme aborda as dificuldades que elas enfrentam para chegar no local de trabalho e, estando lá, as dificuldades enfrentadas para exercer o papel de educadoras”, afirmou o presidente do Sintese, Joel Almeida. Além desses assuntos, o filme também trata de questões como a saúde do trabalhador, o problema da dupla ou tripla jornada e as más condições de trabalho.
Após assistir o filme, o secretário geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Denílson Bento da Costa, disse que é necessário que os governantes do país prestem mais atenção às questões da Educação no Brasil. Em breve, o filme será legendado para ser exibido no exterior. Denílson da Costa acredita que esta é uma possibilidade de mostrar para o Brasil e para o mundo a situação dos professores brasileiros.
No entanto, apesar das dificuldades retratadas, o "Carregadoras de Sonhos" traz uma mensagem de esperança. “Apesar dos baixos salários, das dificuldades de se chegar nas escolas e de todos os demais problemas, os professores ainda carregam um sonho de ver esse cenário se alterar, de ver essa realidade modificada. Portanto, o ‘Carregadora de Sonhos’ tem esse objetivo de mostrar as dificuldades das carregadoras (as professoras), mas também mostra que elas têm o sonho de um dia chegar a ter uma escola pública melhor”, disse o presidente do Sintese.
El ex gobernador José Serra y ahora candidato presidencial por el Partido Socialdemócrata de Brasil no quiere la continuidad del Mercosur tal como es ahora porque, según definió en una reunión con una parte de la elite empresarial brasileña, el bloque "es un obstáculo para que Brasil haga sus propios acuerdos individuales en comercio". El político opositor que lleva por ahora la delantera en las encuestas (34% frente a 30% de Dilma Rousseff) sostuvo que "cargar con el Mercosur no tiene sentido". Subrayó que "la unión aduanera (o sea el Mercado Común) es una farsa excepto cuando sirve para poner barreras" a Brasil.
Serra confirmó de este modo que mantiene sus antiguas ideas, ya expresadas en la campaña presidencial de 2002 cuando compitió con el presidente Lula da Silva. La visión del candidato opositor, que va al frente de una coalición con el partido Demócrata (ex conservador PFL) y el socialista PPS (ex Partido Comunista en su momento pro soviético), supone que Brasil debe despegar de Argentina, Paraguay y Uruguay, porque es la única manera de que su país pueda consagrar áreas de libre comercio sea con Estados Unidos o con Europa sin necesidad de "arrastrar" a sus socios. Una resolución del Mercosur estableció que ninguno de los países del bloque puede realizar acuerdos comerciales por separado. Por el momento rige el criterio de "o todos juntos, o ninguno".
Para dar un ejemplo, el ex gobernador recordó episodios de cuando era ministro de Salud del gobierno de Fernando Henrique Cardoso. Dijo que entonces él no pudo concretar un convenio comercial entre Brasil e India porque hubiera requerido "compensaciones" para los otros tres miembros del bloque. Fue entonces que enfatizó: "Cargar con este Mercosur no tiene sentido".
El grupo empresarial que lo escuchó fue convocado por la Federación de Industrias de Minas Gerais (FIEMG). Hace poco más de una semana pasó por el mismo ámbito la ex ministra Dilma Rousseff, candidata de Lula da Silva. Serra insistió que bajo un eventual gobierno suyo, lo más importante será aumentar las exportaciones. Lo cierto es que esta fue una conquista conseguida por Lula da Silva: desde que inició su gobierno, el 1º de enero de 2003, el presidente que dejará el cargo a fin de año consiguió pasar de 50.000 millones de ventas al exterior a los 250 mil millones de la actualidad. O sea que quintuplicó la presencia brasileña en los mercados mundiales.
No obstante los números, Serra prometió una reformulación radical de la estrategia comercial brasileña. "En relación a la cuestión externa, nosotros tenemos muchas reservas. Pensamos que nos tenemos que anticipar a los acontecimientos". Ocurre que en verdad si quiere cambiar al Mercosur para adecuarlo a sus intereses, Serra verá cómo derrapan el grueso de las exportaciones industriales del país que tiene como destinatarios a los países de América Latina. Según estadísticas oficiales, 90% de las ventas de productos manufacturas de Brasil en el mundo se realizan en el Mercosur y mercados latinoamericanos.
El candidato socialdemócrata evitó decir esta vez cómo piensa reformular la posición de Brasil. Pero ignora que no es simple pasar, como él pretende, de un mercado común definido por una unión aduanera a una simple zona de libre comercio como la que existe en el NAFTA. Puede desde luego conquistar el desprestigio regional, además de someterse a severas puniciones por cuenta de la ruptura de contratos internacionales.
A TV Globo surgiu no auge da ditadura militar, quando assinou um acordo com a Time-Life para instaurar seu canal de televisão no Brasil, que rapidamente se tornou o órgão oficial da ditadura militar. Gozando do monopólio de fato e das graças do regime mais brutal que o país conheceu, fundado no terrorismo de Estado, conquistou a audiência que lhe permitiu consolidar-se economicamente.
Terminada a ditadura – contra as resistências da própria Globo -, a empresa foi pega em flagrante no caso da Proconsult, tentando fraudar a vitória de Brizola nas eleições para governador, em 1982, assim como tentou desconhecer a campanha das diretas e aquela pela derrubada do Collor (seu candidato). Revelava como não tinha mudado desde os tempos da ditadura.
Nascida das entranhas da ditadura militar, apoiada em um acordo com uma empresa emblemática do império estadunidense, o jornal principal da empresa, O Globo, não poderia ser outra coisa, senão o que é: um órgão sem nenhuma credibilidade. “O povo não é bobo. Abaixo a Rede Globo” – persegue a todos os funcionários da empresa da família Marinho. A morte do patriarca – amigo íntimo e sócio de ACM, como herança dos tempos da ditadura – tornou ainda mais grotesca a empresa, porque nenhum dos filhos revela qualquer capacidade para dirigir a empresa do pai, acelerando seu mergulho na decadência, sem nunca ter conseguido superar a falta de credibilidade. Um jornal que tem em Ali Kamel, Merval Pereira e Miriam Leitão como seus principais expoentes, não poderia mesmo nunca conquistar credibilidade alguma.
O que a empresa conseguiu foi comprar uma série de artistas, que conseguiram espaço para repetir o que os donos da empresa desejam, sem nenhuma credibilidade. Um ex-diretor de cinema tentou retomar o caminho de Paulo Francis, foi para a sede da Time-Life, mas fracassou estrepitosamente, refugiando-se na amargura de lamentar que o Brasil saiu das mãos dos seus patrões para cair nas de um retirante nordestino.
Outros funcionam como penosos escribas preenchendo lamentavelmente as páginas do jornal e os espaços da televisão, para tentar ser os lacerdistas – os corvos – de hoje. Um ex-jornalista, em fim de carreira, também se tornou assalariado dos Marinhos, que lhe dão espaço para atacar a esquerda, defendendo o ponto de vista da empresa favorita da ditadura, agora querendo posar de democrática.
E o que mais agrada os patrões do que atacar o MST, Cuba, Venezuela, Lula, a esquerda? E defender a empresa, em situação econômica periclitante, atacando a generalização da banda larga para todo o país? Ainda mais alguém especialmente desqualificado para falar de um tema tão importante para a inclusão tecnológica, a superação das desigualdades sociais e para a democratização da formação da opinião pública. Mal pode disfarçar, com agressões grosseiras, o nervosismo que medidas como essa provocam na empresa da família Marinho.
Triste fim de gente que termina suas carreiras como ventríloquos dos descendentes da família Marinho, como filhotes da ditadura, que ainda não sabem que “o povo não é bobo”, povo que sabe que “Globo e ditadura, tudo a ver”. É o desespero de continuar sem conseguir eleger seus candidatos, nem na cidade do Rio de Janeiro, nem no Estado do Rio de Janeiro, nem no Brasil, revelando como estão na contramão do povo do Rio e do povo do Brasil.
O deputado Iran Barbosa quer que todos os professores sejam atendidos pelo programa que promove a inclusão digital entre os profissionais do magistério da rede estadual de ensino, o Proid. Para isto, encaminhou ofício ao governador Marcelo Déda.
No ofício, Iran solicita que o Estado inclua no programa todos os educadores, conforme já acertado com o governador. O deputado pede que sejam tomadas providências, o mais rápido possível, no sentido de atender aos dispositivos da Lei 5.694/2005, que instituiu o programa.
Iran lembrou, no ofício, que o decreto, assinado pelo ex-governador João Alves Filho (DEM), que regulamentou a lei, excluiu os professores que à época estavam em estágio probatório.
"Sabedor que sou do compromisso de Vossa Excelência com as questões que envolvem a melhoria da qualidade da educação pública e as condições de trabalho dos educadores do povo de Sergipe é que apresento essa importante demanda", afirmou Iran, no ofício.
Em outro trecho do ofício, o deputado diz que "atender a todos os professores é fazer justiça e garantir tratamento igualitário".
O não cumprimento de todos os dispositivos da lei levou os professores da rede estadual a realizarem, no último dia 7/4, um apitaço nos corredores da Secretaria de Estado da Educação.
Após a manifestação, membros da direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial de Ensino de Sergipe (Sintese) e educadores foram recebidos pelo secretário de Estado da Educação, José Fernandes Lima.
Em menos de 24h após o início da campanha a TV Globo tirou do ar o jingle da comemoração dos 45 anos da emissora, veiculado desde ontem à noite. A página da emissora que mostrava a propaganda também saiu do ar. Quem clica nela recebe a seguinte informação: página não encontrada.
A medida acontece logo depois de integrantes da pré-campanha da petista Dilma Rousseff criticaram a propaganda.
Na avaliação de Marcelo Branco, um dos responsáveis pela campanha de Dilma na internet, o jingle embute, de forma disfarçada, propaganda favorável ao tucano José Serra.
“Eu e toda a rede [vimos essa alusão]“, escreveu Branco no Twitter em resposta ao comentário de que estaria enxergando na peça mensagem subliminar de apoio ao tucano.
De acordo com Branco, que corrobora tese difundida em sites de apoio ao PT, a mensagem estaria embutida no “45″, o número do PSDB, e em frases do jingle como “todos queremos mais”, o que seria, de acordo com os petistas, referência ao slogan “o Brasil pode mais” dito por Serra no lançamento de sua pré-candidatura.
Em seu blog, o secretário de Comunicação do PT, André Vargas, escreve: “Denúncia: Lema de Serra “inspira” jingle da Rede Globo
No jingle aparecem atores, jornalistas e apresentadores da emissora comemorando os 45 anos da TV, que serão completados na próxima segunda feira.
Em determinado trecho da peça, os atores falam: “Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais.”
Vídeo comemorativo dos 45 anos da empresa buscou inspiração no mote da campanha do candidato tucano José Serra, "O Brasil Pode Mais". Durante 30 segundos, artistas e jornalistas da Globo repetem variações sobre esse tema. Para jornalista Paulo Henrique Amorim, "deve ter sido uma retribuição ao agasalhamento do terreno que a Globo invadiu por 11 anos e o Serra transformou numa escola técnica para formar profissionais para a Globo".
Marco Aurélio Weissheimer
O vídeo comemorativo dos 45 anos da Rede Globo que foi ao ar na noite deste domingo buscou inspiração no mote inicial da campanha do candidato tucano José Serra, “O Brasil Pode Mais”. Durante 30 segundos, artistas e jornalistas da Globo repetem sucessivamente os bordões: “Todos queremos mais”, “Brasil muito mais”, “Saúde, Educação, queremos muito mais”, “É por você que a gente faz sempre mais”. Outra referência direta à campanha de Serra é o 45, número do PSDB nas votações. Veja o vídeo e tire suas conclusões.
Fonte: www.cartamaior.com.br / Blog Conversa Afiada
Textos publicados nas últimas semanas pelo jornal Folha de São Paulo, com o aparente objetivo de desacreditar os resultados das pesquisas eleitorais dos concorrentes do Datafolha e valorizar os apurados pelo instituto do Grupo Folha, produziram uma crise entre as quatro maiores empresas de pesquisa do país.
E despertaram, terça-feira e ontem, vigorosa reação dos presidentes do Vox Populi e do Sensus apoiada por integrantes do conselho de ética da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP).
Na terça-feira, o Vox Populi e o Sensus protestaram durante reunião da ABEP. Ontem, o diretor-presidente do Vox Populi, Francisco Meira, repetiu seu protesto a Brasília Confidencial.
“As discussões (sobre os resultados das pesquisas) deveriam manter um nível técnico, sobre as diferenças metodológicas. Infelizmente, a Folha optou por uma abordagem tendenciosa e sem argumentos consistentes. Questionável é a linha editorial da Folha de São Paulo”, atacou Francisco Meira. E continuou: “A diferença entre nós é a existência de um grande veículo de comunicação que se dispõe, talvez por solidariedade aos colegas do departamento de pesquisa, a praticar um jornalismo de má qualidade, atacando sistematicamente empresas que divulgam resultados diferentes dos que lhe interessam”. Inversões da Folha
A origem da crise está no comportamento que a Folha de São Paulo passou a adotar logo depois que publicou pesquisa do Datafolha em que, diferentemente de todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas neste ano, os resultados apontaram o crescimento do pré-candidato do PSDB, José Serra, e estagnação da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ao contrário também de uma tendência que o próprio Datafolha identificara um mês antes, de crescimento de Dilma e queda ou estagnação de Serra, os resultados publicados pelo instituto em 27 de março, duas semanas antes do lançamento da pré-candidatura tucana, apontaram outro cenário.
Embora o Vox Populi e o Sensus não tenham levantado suspeita sobre esses resultados apurados pelo Datafolha e exibidos pela Folha, o jornal começou a questionar o trabalho dos concorrentes, cujos resultados, em resumo, não favoreceram a candidatura tucana (veja no quadro). Eles apontaram, no fim de março e no início de abril, a continuidade do crescimento da candidatura petista e empate entre Serra e Dilma. “Fora de contexto”
A Folha de São Paulo publicou notas insinuando que a ordem das perguntas utilizada pelo Vox Populi poderia interferir no resultado das pesquisas.
“A Renata Loprete, a Mônica Bergamo e o Fernando Rodrigues receberam uma nota de esclarecimento. Demoraram cinco dias para publicar nossa posição. Quando o fizeram, foi fora de contexto, passando ao leitor a impressão de que nossa resposta se referia a outras acusações”, afirmou terça-feira e reafirmou ontem o diretor-presidente do Vox Populi.
Poucos dias antes da divulgação da mais recente pesquisa do instituto Sensus, que mostra diferença inferior a meio ponto percentual entre Serra e Dilma, a Folha de São Paulo se voltou contra o outro concorrente do Datafolha. O jornal tentou desqualificar o trabalho do Sensus, antes mesmo de que os resultados fossem divulgados, explorando uma troca no nome do contratante da pesquisa.
“A Folha pinçou esse fato e transformou em uma matéria de primeira página que não diz absolutamente nada”, reclamou Ricardo Guedes, diretor do Sensus, na reunião com o conselho de ética da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa.
O presidente da ABEP, Waldir Pile, que intermediou o debate entre os presidentes dos institutos, disse que a associação não impõe normas de conduta aos filiados. Mas frisou que, certamente, a melhor forma para discutir eventuais discordâncias de metodologia “não é através de notas na imprensa”. As diferença incomôdas Instituto Datafolha (25/26 de março) >> Candidatos Serra 36% x Dilma 27%
Vox Populi (30/31 de março) >> Serra 34% x Dilma 31%
Sensus (5 a 9 de abril) >> Serra 32,7% x Dilma 32,4%